Jogos de vídeo para aprender história, economia e meio ambiente

Abril 9, 2018 pvtrpinny 0 Visualizações 0 Comentários
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Jogos de vídeo para aprender história, economia e meio ambiente
Jogos de vídeo atuais não só entreter. Alguns, como Age of Empires, César e até mesmo Sim City tornaram-se instrumentos eficazes de informação e formação, tal como foi confirmado por pesquisadores da Universidade de Huelva, em um artigo publicado na revista Computers & Education.
 De acordo com especialistas da UHU, jogos de vídeo têm provado mais útil para o ensino de Ciências Sociais. Seu projeto de pesquisa, liderada por José María López Cuenca e Miriam Martin Caceres, teve como eixo principal a análise de 35 programas temáticos diferentes, com mais de 400 centros de ensino primário e secundário Huelva.
 Especialistas acreditam que as novas tecnologias têm levado ao surgimento de jogos dinâmicos com diferentes níveis de interação, em que enormes quantidades de dados, informações, procedimentos e valores estão intimamente ligados. "Temos visto não só uma melhoria no processo de ensino, mas uma melhor disposição do estudante para acessar essas informações", diz José María Cuenca. López Cuenca e Martin Caceres dividimos o teste em várias disciplinas. Para analisar a história, eles usaram o jogo Age of Empires e vídeo Empire Earth. Para Urbanismo e Território, eles fizeram o mesmo com César e Sim City. E os ensinamentos relacionados com a democracia ea participação cidadã, Economia e Negócios, e do Ambiente resolvido com Sim City, Wall Street Trader e os colonos, respectivamente.
 Aqueles que tinham eram mais aceitar de conteúdo histórico - "pelas imagens espectaculares e do dinamismo do desenvolvimento de jogos" - e aqueles relacionados ao território. No entanto, observa ele, "seria interessante para fortalecer os filtros de conteúdo para proporcionar maior rigor o que é publicado".
"Os videogames se tornaram laboratórios para experimentos sociais, especialmente porque se reproduzem cenas, situações e condições que afetam um fenômeno humano em particular", diz ele. Assim, o pesquisador pretende quebrar lanças em favor do "bom uso" desta tecnologia, tanto na sala de aula e em casa. "É preciso, por outro lado, os esforços dos professores, é uma técnica complementar", diz ele.
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