Uma cura genética para anosmia

Março 22, 2018 dixysticks 0 Visualizações 0 Comentários
FONT SIZE :
fontsize_dec
fontsize_inc
Uma cura genética para anosmia
Uma equipe de cientistas restaurou o sentido do olfato em camundongos com uma doença genética humana que causa a anosmia congênita, ou seja, a incapacidade inata de perceber odores. O novo tratamento de terapia genética utilizado para os cílios são essenciais para a função de componentes celulares olfactivos, pode crescer. Essas estruturas semelhantes a pêlos estão envolvidos em muitas doenças, como explicam os autores na revista Nature Medicine.
 Disfunção olfativa pode ser um sintoma de uma classe de doenças genéticas conhecidas como ciliopathies, incluindo tão diversas como a doença renal policística e retinite pigmentosa, uma doença ocular hereditária que causa deficiência visual severa e cegueira.
Os distúrbios são causados ​​por defeitos nos cílios, em forma de projecções células "cabelos" que os ajudam a perceber seu ambiente. Os cientistas acreditam que quase todas as células do corpo tem a capacidade de produzir uma ou mais cílios. No sistema olfactivo, múltiplos cílios projectam a partir de neurónios sensoriais olfactivos, as células sensoriais encontrados no epitélio olfactivo, na parte superior da cavidade nasal. Os receptores que se ligam odorantes estão localizados nos cílios, assim uma perda de dados elimina a capacidade de cheiro.
 Os pesquisadores, liderados por Jeffrey R. Martens, da Universidade de Michigan, um adenovírus usado para inserir uma cópia saudável do gene causador anosmia em camundongos, afetando IFT88 níveis de proteína. Assim, eles queriam saber se a reintrodução de proteína perdida poderia restaurar cílios dos neurônios olfatórios e devolver a capacidade de cheirar.
 Durante três dias consecutivos, os ratos receberam uma entrega de genes de terapia intranasal e, em seguida repousou 10 dias para os neurónios sensoriais infectadas expressam a proteína codificada pelo vírus IFT88. Debitará este tempo, a capacidade olfactivo de ratos com concentrações crescentes de um odorante, acetato de amilo foi testado. As respostas medidas no tecido celular e níveis sinápticos, indicaram que todos os ratinhos tinham recuperado função olfactiva. "Ao restabelecer a proteína nos neurônios olfativos, nós dotar a célula com a capacidade de desenvolver e expandir os cílios de dendrites, ou seja, o que o neurônio olfativo precisa detectar odores", diz McIntyre.
 A mudança na função olfativa também teve implicações para o comportamento de ratos de alimentação. O modelo de rato utilizado por cientistas nascidos com baixo peso e anosmia interferiu com a motivação para comer que, em muitos mamíferos, incluindo seres humanos, que é accionado pelo cheiro. O tratamento com a terapia de adenovírus o aumento de peso do corpo por 60 por cento em ratinhos tratados, indicando que a função de alimentar olfactivo restaurado motivado.
  0   0

Comentários (0)

Sem comentários

Adicionar Comentário

smile smile smile smile smile smile smile smile
smile smile smile smile smile smile smile smile
smile smile smile smile smile smile smile smile
smile smile smile smile
Caracteres restantes: 3000
captcha